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Após inúmeros casos polêmicos, polícia de São Paulo proíbe agentes de usar técnicas de ‘mata-leao’

Nas últimas semanas, diversos casos polêmicos envolvendo a polícia militar de São Paulo tem chamado a atenção. Um dos casos mais recentes envolve um jovem negro, em João Ramalho.

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O caso gerou polêmica, mas a resposta da polícia não melhorou a situação. Mesmo com as filmagens, a instituição afirmou, por meio de nota, que os agentes envolvidos no caso usaram “de força moderada” para conter o rapaz.

A polícia explica que o jovem foi visto trafegando em moto sem placa e quando recebeu ordem de parada desobedeceu. Os agentes o seguiram até a porta de sua residência.Quando começou a ação, que foi filmada e gerou polêmica.

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A moto não estava nos registros da polícia como roubada e o rapaz, de 20 anos, não tinha antecedentes criminais.

Para muitas pessoas, os agentes se excederam na força que adotaram para conduzir a situação. Muitas pessoas pontuaram que o caso poderia ter sido resolvido sem o uso da técnica de sufocamento, já que o rapaz não estava armado e e se encontrava dentro de casa.

Outro caso envolve um entregador que também foi imobilizado, no dia 14 de julho. Naquele caso, a polícia agiu porque viu ‘uma moto sobre a calçada com a placa encoberta’. Um policial chega a sacar uma arma e apontar para outros motoboys que filmavam a cena.

Em outro caso, uma mulher negra, de 51 anos, foi imobilizada e teve o pescoço pisoteado por um policial. O agente chega a soltar todo o peso do corpo sobre o pescoço da mulher. O motivo da abordagem foi descumprimento de decreto contra aglomerações.

A notícia de proibição foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do estado, que anunciou ainda que o manual de conduta de defesa pessoal esta sendo reavaliado.