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Avô da menina de 11 anos que sumiu ao ser ameaçada por homem mais velho revela que ela era uma criança muito estudiosa: “Nunca reprovou”

O desaparecimento de Emily Bello, de 11 anos, ainda é um mistério e tem causado dor e transtorno na família. A menina sumiu no último domingo, dia 5. Segundo relatos, ela havia recebido ameaças de um homem. A jovem passava por um quadro depressivo e tomava medicamentos controlados, fazendo tratamento com psiquiatra.

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Segundo o avô da menina, Antônio Soares da Silva, ela tinha uma personalidade retraída e tímida, mas era muito estudiosa. Ele disse que Emily era uma menina quieta e fechada, dificilmente se abria para falar sobre o que estava sentindo, mas era muito esperta, inteligente e gostava de estudar. O avô é responsável legal de Emily.

Nos últimos tempos, ele percebeu que ela tinha ficado diferente, distante, mas ressaltou que sempre foi motivo de orgulho, a jovem está cursando o 6º ano do Ensino Fundamental, nunca foi reprovada na escola e sempre foi uma boa menina.

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Emily estava sofrendo ameaças. Em um trecho da carta escrita pela menina e encontrada pela mãe, ela dizia que se não fugisse com este homem ele mataria a família dela.

Agora os familiares questionam se o quadro psicológico da menina também não poderia ter relação com as ameaças. A família antes compreendia que os problemas que ela estava passando de depressão eram devido a briga judicial pela guarda dela.Nas cartas que foram encontradas, a menina escreveu que estava sofrendo ameaças de uma pessoa desconhecida, um parente disse que viu uma pessoa com uma moto parado na frente da casa, chegou a conversar e mandar ele sair, mas não se sabe se era este o envolvido no desaparecimento de Emily.

Eles afirmam pelo que viram nas câmeras de segurança que Emily subiu em uma moto e não voltou mais, a família está desesperada sem saber o motivo dessas ameaças, se ela está bem.

As suspeitas principais é que se trata de um pedófilo que se aproveitou da condição psicológica da menina no momento atual. Supõe-se que as ameaças e conversas com o homem tem duração de cerca de 6 meses. A polícia segue investigando o caso.