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Caso das marmitas: depois de identificar veneno de rato na comida, polícia passa a investigar caso como homicídio

  • Roberta R 

No dia 21 de julho, dois homens em situação de rua e um cachorro morreram depois de receber uma doação de marmita. Os 3 ingeriram a comida e vieram a óbito logo depois, fazendo com que a polícia investigasse o caso.

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Até agora, as mortes de José Luiz de Araújo Conceição, de 61 anos, e Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira, de 37, vinham sendo tratadas como “mortes suspeitas a esclarecer”. Várias possíveis causas estavam sendo avaliadas.

No entanto, no último dia 30, a perícia apontou a presença de terbufos no alimento. A substância foi identificada por exame toxicológico, trata-se de um componente químico usado em lavouras. Essa descoberta mudou o direcionamento das investigações.

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A substância também foi encontrada no estômago do cachorro que pertencia as vítimas, comprovando que de fato a marmita oferecida aos dois homens estava contaminada. A comida também contaminou dois adolescentes, um deles já recebeu alta.

Agora, a polícia investiga o homicídio dos dois homens e também observa a evolução no quadro dos dois adolescentes. A morte do cão também pode gerar penalizações criminais.

A polícia agora tenta identificar como e quando as marmitas foram contaminadas. A polícia ouviu voluntários que participaram da distribuição das marmitas, que afirmaram ter comido da mesma comida e não passaram mal.

De acordo com informações do G1, as marmitas foram entregues a José Luiz e Vagner Aparecido em um posto de gasolina abandonado. Os responsáveis pela contaminação, se identificados, vão responder por homicídio e tentativa de homicídio.