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Caso MC Atrevida: polícia afirma que médico responsável pelo procedimento não era cirurgião

Uma simples pesquisa no google, por exemplo, mostra que são muitos os casos de erro e negligência médica que acabam em tragédia, mesmo começando com sonhos. Mulheres e homens são seduzidos pelo sonho da perfeição estética e acabam morrendo.

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A MC Atrevida, cujo nome verdadeiro é Fernanda Rodrigues, foi mais uma vítima dessa fatalidade. A cantora realizou um procedimento de enxerto nos glúteos e uma lipoaspiração. O procedimento foi feito na Rainha das Plásticas, na Zona Norte do Rio.

A história virou caso de polícia, a clínica acabou sendo interditada e a polícia agora investiga a situação dos outros médicos que trabalhavam no local. De acordo com os investigadores, o médico que realizou a cirurgia na cantora não é cirurgião.

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Wilson Ernest Garlaza Jara não tinha autorização para realizar os procedimentos cirúrgicos. O médico é especializado em ginecologia, de acordo com a polícia. Como ginecologista, Wilson não poderia ter realizado os procedimentos feitos em Rodrigues.

A polícia também confirmou que a clínica Rainha das Plásticas, na verdade, não tinha autorização para que tais procedimentos fossem realizados. O alvará, de acordo com a polícia, não prevê nenhuma das cirurgias realizadas em Fernanda Rodrigues.

A mulher que assumiu ser dona da clínica, Wania Marcia Tavares da Silva, confirmou que Fernanda Rodrigues foi paciente do estabelecimento. Wania ainda afirmou, em depoimento a polícia, que a clínica nunca lidou com nenhuma situação semelhante ao caso da cantora. A polícia segue investigando o caso.