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Hospital britânico confirma que recém-nascido testou positivo para coronavírus

  • Roberta R 

O ministério da saúde inglês confirmou que um bebê recém-nascido foi diagnósticado com o covid-19. Segundo informações publicadas pela mídia inglesa, a mãe da criança foi encaminhada para um hospital da capital Londres porque apresentava sintomas característicos da doença viral.

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Ao dar entrada no hospital, um exame confirmou as suspeitas de que ela estaria infectada com o novo vírus. A partir daí, em poucos dias, a mulher deu a luz ao bebê e ele também testou positivo para o vírus. Os médicos ainda não tem certeza sobre o momento do contagio.

É importante ter em mente que não se sabe todos os detalhes do vírus, tampouco do contagio, em geral. Cientistas de todo o mundo ainda estudam o vírus e tentam decifrar todos os aspectos que envolvem o covid-19. São justamente casos como estes que desafiam a comunidade científica a buscar respostas.

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Ainda sobre o bebê, os médicos não conseguem afirmar com certeza se a criança contraiu o vírus ainda no útero da mãe ou se o contagio aconteceu durante o parto. Encontrar a resposta para essa questão agora se torna uma necessidade para entender os possíveis novos casos semelhantes.

Não foram divulgadas novas informações sobre a mãe ou sobre a criança, até mesmo a identidade dos dois segue sendo mantida em sigilo. Em novos casos, gestantes diagnosticadas com o vírus podem ser monitoradas de uma maneira mais próxima e cuidadosa.

Ainda é muito cedo para saltar a conclusões, mas se o vírus pode ser transmitido ainda no útero, é certo que ainda levaria muito tempo para que os cientistas sejam capazes de neutraliza-lo de maneira que não afete o bebe. Em outras doenças virais, já é possível garantir que a criança não nasça com a mesma doença.

Outras informações sobre o caso não foram divulgadas, como em que momento da gestação a mãe teve o diagnóstico ou quando ela de fato chegou ao hospital. Nem mesmo o dia de nascimento da criança foi divulgado. O hospital londrino adota todas as formas de preservar a identidade da mãe e do bebê.

O Reino Unido tem visto seus casos confirmados de infecção pelo corona crescerem vertiginosamente. O medo é viver o mesmo que a Itália vem enfrentando, mas os números não parecem promissores, já são 1140 casos confirmados, dos quais 21 chegaram ao óbito.

Ainda segundo informações do governo britânico, o país trabalha com uma expectativa de mortalidade de até 2% das vítimas do vírus, o que seria menor até do que a China viveu durante o pico da doença, e isso se deve a muitos fatores.

Justamente estudando os casos chineses e, agora, os italianos, países do mundo todo podem se preparar para receber a pandemia com um plano de ação o que, naturalmente, pode reduzir a mortalidade do vírus. O grupo de risco segue sendo idosos, pessoas com problemas respiratórios e doenças crônicas (como hipertensão, diabetes, asmas, etc).

No Brasil, vale lembrar, a recomendação é de que se procure uma unidade médica apenas em caso de sintomas graves. Se você suspeita da doença, procure se isolar em casa e apenas se dirija ao hospital se estiver experimentando febre alta, complicações para respirar e mal-estar que te impeça de administrar a doença em casa.