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Ministro publica valores das parcelas adicionais do auxílio emergencial, mas apaga publicação; descubra os valores estudados pelo governo

  • Roberta R 

O Brasil começa a reabrir o comércio e outros pontos estratégicos que foram interrompidos em decorrência das medidas de isolamento. O coronavírus ainda é um risco real, mas o país vai ser reaberto. O governo vai precisar se adaptar a essa nova realidade.

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Muitas frentes políticas e organizações sociais cobram do governo que as parcelas do auxílio emergencial sejam prorrogadas. No começo da pandemia, o Ministério da Economia falava em 3 parcelas de R$ 200, mas pressões forçaram que as coisas mudassem.

Depois de uma onda de críticas, o Congresso aprovou o aumento do valor a ser pago. De R$ 200 para R$ 600, a serem pagos a até dois membros de uma mesma família, e dobrado no caso de mães solteiras chefes de família. Agora, a pressão é para que as parcelas durem mais tempo.

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O governo se prepara para pagar a última parcela das 3 anunciadas, mas aponta a necessidade de que essa quantidade seja ampliada. O governo atualmente estuda ampliar para 6 o número de parcelas, ou seja, mais 3 parcelas além das programadas.

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